DISPARADA NOS PREçOS DOS IMóVEIS FAZ FAMíLIAS SAíREM DE MãOS VAZIAS DE FEIRãO

Disparada Nos Preços Dos Imóveis Faz Famílias Saírem De Mãos Vazias De Feirão

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Disparada Nos Preços Dos Imóveis Faz Famílias Saírem De Mãos Vazias De Feirão


Fazer o sonho da moradia própria exige muita busca. E também fatores respeitáveis como localização, valor e tamanho do imóvel, outra pergunta entra na equação: optar por um novo ou usado? tente aqui as opções oferecem vantagens e desvantagens - o que de fato pesa pela decisão desfecho é o perfil do consumidor. UOL Moradia e Imóveis consultou diferentes profissionais da área pra suspender os pontos altos (e baixos) de cada um para amparar nesta possibilidade.


Atualmente, as condições de financiamento para novos e usados são parecidos. “Até 2003, 2004, havia mais vantagens em termos de taxas de juros, percentual e tempo para os novos. Em torno de 2005, com a abundância de recursos no mercado, houve uma isonomia nas condições de financiamento”, diz o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. A diferença da compra de um imóvel na planta, é que durante a construção, as parcelas pagas diretamente para a construtora são corrigidas pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil). “Isso é uma vantagem, dado que este índice a todo o momento fica muito abaixo da inflação”, diz a conselheira do Creci-SP, Rosangela Martinelli Campagnolo.


Depois da entrega das chaves, o financiamento é feito pelo banco, que, neste momento, fornece uma equiparação pra novos e usados. Com o mercado imobiliário aquecido, a valorização dos imóveis novos bem como ajudou a erguer o valor dos usados. Ainda desse modo, em outras localidades, as disparidades são grandes, podendo dobrar o valor do metro quadrado.


6 mil”, afirma o diretor de locação da AABIC (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), Eduardo Zangari. No caso do leia + , entretanto, é necessário avaliar o gasto de uma eventual reforma no imóvel, pra que o valor de mercado no fim da obra não ultrapasse o preço de um novo. “Você precisa se perguntar se conseguiria vender essa posse pelo valor conclusão depois da reforma”, diz Rosangela. Deixar toda a papelada em ordem custa por volta de 4% do valor do imóvel, tal pra novos como para usados.


No momento em que a compra é feita sem financiamento, existe um gasto no cartório com a escritura - no Estado de São Paulo, o valor é tabelado e varia conforme o valor do imóvel. Quando há financiamento, não há este custo, já que o contrato feito com o banco tem a potência de uma escritura pública.


Além desse documento, é preciso pagar o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) para a prefeitura, que custa cerca de 2% sobre o valor do imóvel. O terceiro passo é ir o imóvel para o teu nome no Cartório de Registro de Imóveis, com o custo parelho de 1% do valor do imóvel. Além desse modo, é considerável checar a documentação para atestar a legalidade do negócio e apurar possíveis débitos de IPTU e de taxa de condomínio. Essas duas pendências acompanham o imóvel pela transação imobiliária, e o novo dono poderá acabar assumindo uma dívida sem saber.


A fachada do edifício Bretagne, no bairro de Higienópolis, em São Paulo (SP). Em linhas gerais, os imóveis antigos são mais amplos, e os novos, compactos. “Durante vários anos só as classes mais altas conseguiam obter imóveis, por uma série de motivos, como a inexistência de financiamento. Desse jeito, os apartamentos antigos habitualmente possuem uma metragem maior do que os novos”, explica Petrucci. Segundo ele, os incorporadores de hoje devem adequar o artefato ao bolso da busca atual. 130 mil para entrar no programa Minha Residência Minha existência, acaba sendo simples descobrir imóveis de dois dormitórios em quarenta e cinco m²”, diz.


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Pro economista-chefe do Secovi-SP, apartamentos de 120 m² com 2 quartos, comuns em bairros de categoria alta, como Higienópolis, em São Paulo, não executam mais divisão da paisagem da cidade. “Os empreendimentos deste tipo são para a classe média alta e alta, para poucos compradores”, reitera. Além do tamanho, outra característica que difere novos e usados é a transformação nos cômodos, que nos dias de hoje privilegia as áreas sociais, em ligação às privativas. Salas grandes, com as quase obrigatórias varandas gourmets, contrastam com quartos menores.


“As varandas viraram um padrão para quase todas as classes sociais”, diz Zangari. O número de suítes assim como adquiriu destaque nos projetos atuais. “É alguma coisa especificamente brasileiro, temos fixação por banheiros. Às vezes você tem um casal morando em um apartamento com 4 suítes. Ocorre que esses cômodos acabam ficando subutilizados. Em apartamentos antigos, havia menos suítes, todavia os banheiros eram mais espaçosos, cabiam banheiras”, reconhece o arquiteto Fernando Forte do escritório FGMF e colunista do UOL Moradia e Imóveis.


O profissional levanta outras duas vantagens dos antigos em ligação aos novos: “as janelas são mais generosas e a acústica costuma ser melhor, as edificações eram mais robustas”. O ponto grande dos novos fica por conta das partes elétrica e hidráulica, mais adequados às necessidades atuais. Questões como segurança e comodidade contribuíram para alterar as características condomínios radicalmente nas áreas comuns.

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